O Mundial de Futsal está chegando ao fim como começou, carregado daquelas impurezas que vivem contaminando a modalidade, tais como escores absurdos, baixo nível técnico e times inteiros legalizados a base da naturalização. Tudo isso sob a tutela da FIFA e em paralelo à permanente campanha para sua transformação em esporte olímpico. O real é que o futsal não toma jeito, não mostra a seriedade necessária para atingir seu maior objetivo. A semifinal entre Espanha e Itália foi mais um episódio a lamentar neste evento. Um árbitro de Cuba e outro do Panamá, representantes de países que sequer têm uma liga, mudaram irregularmente o resultado final do jogo e decretaram a eliminação italiana. A competição ainda não terminou, falta a final entre Brasil e Espanha e estamos na expectativa, claro, de um título brasileiro. Tudo de acordo com as leis do esporte para que o vexame não aumente de tamanho.
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