quinta-feira, 5 de agosto de 2021

PRECISAMOS DE AÇÕES SÉRIAS NO ESPORTE

Todo o meu apoio às ações da Fesporte e do seu presidente, Kelvin Soares, O esporte catarinense há muito é relegado a segundo plano por governantes que desfilaram pelo Centro Administrativo com discursos politiqueiros que só trouxeram prejuízos aos gestores verdadeiramente envolvidos com o segmento. A própria Fesporte tem sido alvo de ações nefastas que transformaram a instituição num autêntico cabideiro. Desde a gestão Raimundo Colombo - 2011/2018 - passaram por lá oito presidentes. Alguns ficaram no cargo por meses apenas, uma solução de continuidade que não pode acontecer. Vale para federações e confederações deste país. Caso contrário veremos mais do mesmo e a cada conquista o discurso de "superação" - por falta de apoio, de estrutura e de políticas sérias -continuará sendo o mantra dos nossos atletas. 


"O Governo do Estado apresentou nesta quarta-feira, 4, o programa SC Mais Esporte com investimentos e projetos para o desenvolvimento do esporte catarinense. O evento de lançamento ocorreu no ginásio do Instituto Estadual de Educação, em Florianópolis.

“O esporte leva saúde e qualidade de vida para as pessoas. As olimpíadas de Tóquio nos mostram todo dia histórias de superação e de que com o investimento em esportes se vai longe”, ressaltou o governador Carlos Moisés.

O programa contempla as principais ações da Fesporte no fomento ao esporte e incentivo à prática esportiva. O Estado anunciou um aumento importante no orçamento da Fundação, que deve impactar positivamente essas ações. Serão aproximadamente R$ 60 milhões de orçamento anual, quase três vezes mais do que o orçamento anterior. Já tramitam 62 convênios na Fundação, em parceria com os municípios catarinenses, destinados à construção e reformas de instalações esportivas, totalizando R$ 5,6 milhões em investimentos.

O acesso a estes convênios está sendo divulgado nos canais de comunicação da Fundação, acompanhado de manuais para facilitar aos proponentes o entendimento do processo e fazer os recursos chegarem ao maior número de municípios possível.

“Mais esporte contribui para a melhora de vários indicadores em nosso estado: saúde, educação, segurança pública e desenvolvimento econômico. Sou professor e sei o que essas entregas de material esportivo e infraestrutura impactam no desenvolvimento do esporte, especialmente nas escolas”, destaca o presidente da Fesporte, Kelvin Soares" (foto Júlio Cavalheiro - texto Secom Governo do Estado)


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quarta-feira, 4 de agosto de 2021

EMPODERADAS

 O Lance ) - Ana Marcela Cunha, Kahena Kunze, Laura Pigossi, Luisa Stefani, Martine Grael, Mayra Aguiar, Rayssa Leal e Rebeca Andrade. Elas são as estrelas da maior participação feminina do Brasil em uma Olimpíada. São três ouros, duas pratas e dois bronzes, e a estas sete medalhas será somada pelo menos mais uma, que a pugilista Beatriz Ferreira já garantiu. Se a delegação em Tóquio não é a mais feminina que o país já teve (percentualmente, fica atrás de Pequim-2008), em resultado jamais se viu algo tão expressivo, e ainda com chances reais no vôlei feminino, que disputa semifinais hoje à noite. Foram anos, décadas de falta de apoio, estrutura e preconceito. Na mesma Tóquio que recebe os Jogos neste ano, Aida dos Santos sofreu em 1964 para dar ao seu país um incrível quarto lugar no salto em altura. Foi ridicularizada, ouviu piadas de dirigentes, teve de competir com sapatilhas emprestadas. Ninguém pôde pará-la e por pouco não subiu no pódio onde nenhuma brasileira até então havia pisado. Foi apenas em 1996 que Jaqueline, Sandra, Adriana e Mônica, finalistas do vôlei de praia, tornaram-se as primeiras mulheres brasileiras a colocar no peito uma medalha olímpica. A batalha não está ganha. Ainda há luta a ser vencida no caminho de igualdade entre homens e mulheres no esporte brasileiro. Ainda há luta a ser vencida conta o preconceito, contra o machismo. Mas estas duas semanas em Tóquio mostram que não há volta. E haverá uma Olimpíada em que mulheres trarão ao Brasil mais medalhas do que os homens. Em nome do legado de Aida, Jaqueline, Sandra, Adriana, Mônica e de todas que construíram esta estrada.

ESPORTE BRASILEIRO É UM MURO DE LAMENTAÇÕES

Os competidores brasileiros que estão em Tóquio são, em sua maioria, cercados por dramas pessoais. Medalhistas, ou não, nossos atletas revelam suas origens humildes e histórias tristes que acabaram atrapalhando seus treinamentos ou valorizando suas participações na Olimpíada. Chegar ao pódio é a glória, máxima conquista, participar da competição já é, por si só, a grande realização dos brazucas.

Eles/elas vêm das favelas, das periferias das suas cidades, de convívio familiar longe do ideal. Muitos nem conheceram pai ou mãe e, até sem adotados por alguma entidade ligada ao esporte, inclusive setores das Forças Armadas, vivem quase como párias da comunidade esportiva. É cada um por si, torcendo por algum programa social que os socorra.
Exceção feita a alguma modalidade coletiva, caso do voleibol, superação é o mantra da maioria. O futebol, acessível aos mais pobres, é parte significativa dos atletas que precisam matar um leão por dia desde que fazem sua opção pelos gramados. Quem pode jogar tênis, velejar, nadar, praticar esgrima, por exemplo? O acolhimento é mínimo e muito difícil. Há poucos mecenas no esporte.
O Comitê Olímpico Brasileiro há muito deixa a desejar e, como nossas confederações e federações, volta e meia se vê envolvido com denúncias de corrupção. O Ministério do Esporte não existe mais, virou secretaria, e não há programas de estado visando o incremento da atividade esportiva, seja ela de rendimento ou participação. Escolar, então, socorro! Salvam-se ações estaduais isoladas, caso de Santa Catarina, ainda assim por mérito muito mais dos desportistas de escol, de uma elite de gestores cada vez mais esvaziada, principalmente pela politicagem. Se depender dos governos que se sucedem, nada a comemorar.
É por tudo isso que cada manifestação de atleta brasileiro, no pódio ou fora dele, vira um muro de lamentações. As medalhas são escassas e custam muito suor, lágrimas e dedicação extremada dos que chegaram à Olimpíada ou pretendem defender o país em uma competição internacional de menos amplitude.


sexta-feira, 30 de julho de 2021

ACEITAR O NOVO RESPEITANDO O TRADICIONAL, EXEMPLO PARA OS JOGOS ABERTOS REJUVENESCEREM

 (O lANCE) - Anos atrás, o Comitê Olímpico Internacional percebeu o óbvio: a audiência dos Jogos Olimpicos vinha envelhecendo a cada edição. Decidiu-se, então, incluir no programa esportes mais atraentes para jovens, sem abrir mão das modalidades mais tradicionais e que construíram a história do evento. Um primeiro movimento havia acontecido em 2008, com a inclusão das corridas de BMX. Mas no Rio, em 2016, foi tomada a decisão mais ousada: incluir o surfe e o skate, além da escalada. Houve reclamações dos mais puristas, mas, após cinco anos, aplausos para o COI: foi uma decisão certeira. Com as disputas de surfe e de skate street encerradas - ainda há skate park na semana que vem -, é certo afirmar que as duas modalidades funcionaram. E não poderia haver simbolismo maior do que ver a disputa feminina de street com o pódio mais jovem da história dos Jogos, e incluindo aí Rayssa Leal, novo xodó do Brasil, com a prata. A Olimpíada está se conectando aos tempos atuais sem abrir mão das disputas que a fizeram ser o que é, como atletismo, natação e ginástica. A caminhada não para por aí. Daqui a três anos, Paris verá pela primeira vez a competição de breaking, gênero de dança surgido em Nova York na década de 1970 e que hoje ganhou status de esporte, além do evidente caráter artístico. A sinalização do comitê olímpico ao novo e o respeito ao tradicional vão garantir que o evento, secular em sua versão moderna, siga relevante por muito tempo

quinta-feira, 29 de julho de 2021

EM BOCA FECHADA NÃO ENTRA MOSCA

 O Ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga, perdeu boa oportunidade de ficar calado. Bolsonaro, não foi, não é, e nunca será o responsável pelo sucesso (?) da vacinação contra a Covid no Brasil. O presidente pode ser responsabilizado, isto sim, pela resistência criminosa no combate à pandemia e pelas ações suspeitas do ministério que deveria cuidar da saúde dos brasileiros em momento tão grave. O pronunciamento do Ministro em rede nacional foi descabida e inoportuna, desonrando profissão com formação humanista e tão nobre. O "Juramento de Hipócrates" foi pelo ralo junto com suas palavras na manifestação de quarta (28) à noite.

quarta-feira, 28 de julho de 2021

PÚBLICO NOS ESTÁDIOS, A DISCUSSÃO DO MOMENTO

 (O LANCE) - Há uma semana, o Flamengo fez o primeiro jogo com público no Brasil desde que as arquibancadas ficaram vazias por causa da pandemia. Ontem, em Belo Horizonte, a Prefeitura anunciou o retorno parcial do público, com 30% da ocupação a partir do dia 18 de agosto, jogo entre Atlético e River Plate, pela Libertadores. Era inevitável que, mesmo com ainda milhares de casos e mais de mil mortes diárias por Covid-19, o avanço da vacina apressasse o retorno. Ainda que não pareça o momento ideal, algo já apontado neste espaço algumas vezes nos últimos meses, é inevitável que ocorra. Clubes, muitos deles, têm pressa e querem vender ingressos o quanto antes. E, se vai acontecer, é fundamental então que se discuta um padrão. Claro que cada cidade terá mais ou menos público de acordo com a situação, levando-se em conta número de casos e ocupação de UTI, por exemplo. Mas é preciso que haja uma situação única entre CBF e Conmebol - além, claro, de governos municipais, estaduais e federal. Não pode ocorrer liberação para torneios sul-a americanos e proibição interna. Para que casos como o do Flamengo não voltem a acontecer: times saindo de suas cidades para buscar praças onde possam disputar seus jogos com público. O plano precisa ser cuidadoso, além de bem organizado. Um sonho difícil quando se trata de Brasil. Mas está na hora de levar a sério uma estratégia que torne o mais segura possível a volta dos torcedores aos estádios de futebol. Para que isso não gere ainda mais riscos do que naturalmente já vai gerar.


sexta-feira, 16 de julho de 2021

CHEGOU O DIA

 Lançamento neste sábado (17 )no Multi Shopping do Rio Tavares, das 10 às 15 horas, Café Cultura. É o presente que estou me dando no dia do meu aniversário e pretendo compartilhar com os amigos. Pela editora Insular, com editoração gráfica do César Valente e capa do cartunista e ilustrador Edgar Vasques. A venda no site https://insular.com.br/produto/o-menino-que-corria-atras-das-noticias/






 

PENDENGA DESNECESSÁRIA

Terminou nesta sexta-feira (16) minha segunda passagem pelo Conselho Estadual de Esportes. Foram quatro mandatos de dois anos cada como representante da Associação dos Cronistas Esportivos de Santa Catarina (Acesc). Tive bons e maus embates e ganhei experiência como legislador do sistema esportivo catarinense. Por isso mesmo não entendo a resolução criada há pouco tempo - e discordei dela com veemência - determinando que os novos Conselheiros, já a partir do próximo mandato, devem ter curso superior.

A alegação de legislação, a qual não se sustenta, não dá legitimidade à exigência doméstica, uma vez que o próprio STF, via Ministro Gilmar Mendes, derrubou a exigência do diploma para a profissão de jornalista, tornando sem sentido qualquer ação como esta do Conselho. Negada por comissão específica criada na instituição catarinense, a indicação para a vaga da Acesc será discutida na justiça, uma pendenga jurídica desnecessária. Meu substituto seria o jornalista Roberto Dias Borba, de Joinville, profissional conhecido, com grande experiência no segmento esportivo e com trabalhos importantes não só no futebol. E não foi o diploma, estupidamente execrado pelo STF, mas incoerente cavalo de batalha do nosso Conselho, que gabaritou o Roberto para ser o excelente jornalista que é.

segunda-feira, 12 de julho de 2021

NASCEU

 Está nas mãos do Nelson "Insular" Rolim, faltando só cinco dias para o lançamento. Curioso eu? Bobagem. Dia 17, sábado, das 10 às 15 horas no Multi Shopping do Rio Tavares



Mário Medaglia transforma em livro 

seus 50 anos de jornalismo


“O Menino que corria atrás da notícia” é o título do livro que o jornalista Mário Medaglia vai lançar no próximo dia 17 de julho, no Café Cultura do Multi Open Shopping, no Rio Tavares. Em tempos de pandemia e para evitar aglomeração, o autor fará um verdadeiro plantão de autógrafos no local, das 10 às 15 horas, quando receberá os amigos e os colegas amealhados em 50 anos de jornalismo. Mais do que uma autobiografia, o livro reúne causos do escritor e uma coleção de textos de quem trabalhou ao seu lado nos campos, quadras e pistas das diversas modalidades esportivas. O resultado dessa integração está nas mais de 200 páginas cuidadosamente arte-finalizadas pelo jornalista César Valente, com capa do cartunista Edgar Vasques e a edição de Nelson Rolin, da Editora Insular. 


“Sempre que indagado sobre o futuro, minha resposta era a mesma: ‘quero ser jornalista’. Em pensamento me imaginava correndo atrás da notícia, escrevendo. Sempre fui bom em redação, herança de um excelente professor de português nos tempos de escola, que nos fazia escrever em aula e como dever de casa, além de recomendar muita leitura”. A imaginação de Medaglia se tornou realidade e hoje está impressa nas páginas dos jornais e revistas onde trabalhou, como Zero Hora, Jornal de Santa Catarina, O Estado, Placar, Correio do Povo e Diário Catarinense, além das inserções nas rádios CBN e Guarujá, assim como nas antigas TV Cultura e RBS de Santa Catarina, sem esquecer das assessorias por onde andou. Além do futebol, ele fez matéria de muitos outros esportes e traz no currículo a cobertura e participação em pelo menos 30 edições dos Jogos Abertos de Santa Catarina, o maior evento esportivo do estado.  


Tudo isso e muito mais agora está devidamente registrado no livro, que também estará disponível para a compra no site da editora:

https://insular.com.br/produto/o-menino-que-corria-atras-das-noticias/

O CIRCO NOS GRAMADOS

 Assistindo a Eurocopa percebi o quanto temos que ensinar aos europeus. As técnicas do "mise en scéne" e do antijogo, por exemplo, com shows de saltos e rolamentos. É uma matéria adaptada dos belos espetáculos circenses, onde o jogador brasileiro tem doutorado, contando sempre com a tolerância das arbitragens e dos sábios ensinamentos passados pelos "professores" já nos bancos escolares das divisões de base. O paraninfo de todas as turmas tem sido o Neymar, que acaba de inaugurar um cursinho rápido sobre "como enganar público e mídia com lágrimas de crocodilo".

Pode ser uma ilustração de crocodilo
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segunda-feira, 5 de julho de 2021

MUTISMO CONVENIENTE

As polêmicas com as decisões dos árbitros, bandeiras e do responsável pelo VAR nos nossos campeonatos diminuiriam bastante se fossem obrigados, quando necessário, a dar entrevistas, assim como técnicos e jogadores o fazem após os jogos. Além de dar a eles a chance de se defenderem, de eliminar certas discussões inócuas e repetitivas, a transparência evitaria mal entendidos e suspeições incabíveis. Com a proibição de entrevistas podemos concluir que tal censura se deve ao medo dos dirigentes do setor na CBF de que alguns árbitros exponham sua falta de preparo técnico, psicológico e intelectual. Como existe em qualquer profissão gente mal preparada,, a incompetência acaba em seleção natural e descarte daqueles incapazes de exercer seu ofício com eficiência. Blindar a arbitragem não é o melhor caminho nem a solução para tantos problemas que se repetem a cada rodada. Estudo, boa orientação, preparo psicológico e técnico colocariam em campo a profissionalização que tanto desejamos. Quem sabe isso seja necessário, também, para aqueles que na CBF têm a responsabilidade de ensinar o beabá do árbitro, eles próprios mal alfabetizados.

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quinta-feira, 1 de julho de 2021

CARPIDEIRAS DE PLANTÃO

O Beira Rio, de majestoso e intimidador, virou a Casa da Mãe Joana. Com a colaboração dos últimos treinadores que passaram por lá - exceção e com algumas restrições feitas ao Abel -que teimam em "inventar" escalações. Pelo andar desta carroça de rodas quebradas chamada futebol gaúcho, Inter e Grêmio - sem vitória em seis jogos - lutarão para ficar alguns degraus acima da zona do rebaixamento. Ainda é começo de campeonato, mas a luz do fim do túnel, que já é de pomboca, pode virar iluminação de velório. As carpideiras estão a postos para atender colorados e gremistas (ilustração caderno gráfico)


segunda-feira, 28 de junho de 2021

MANCHETES BOBAS DO DIA

Juventude vence Flamengo por 1 a 0 com "ajuda" do campo encharcado". "Brasil sofre sem Neymar, e só empata com o Equador pela Copa América". Quer dizer que o gramado encharcado prejudicou só o Flamengo. Esqueceram que um árbitro irresponsável deu condições de jogo àquele charco, colocando em risco jogadores dos dois times. O segundo caso é uma avaliação rasa das causas do empate com o Equador. O time que o Tite botou em campo é fraco e não mostrou nenhuma organização. Futebol burocrático, nada mais que isso. Se o Neymar não puder ficar fora diante de um adversário como o fraco time equatoriano estamos perdidos.


domingo, 27 de junho de 2021

CRÍTICAS E SUGESTÕES À GM E À PMF

"Blitz do sossego" precisa ser ampliada para outras regiões de Florianópolis". Esta manchete é da coluna do Anderson Silva (NSC), de 5 de março. E tem toda a razão de ser. Já escrevi sobre isso em relação à Padre Roma, onde moro. O barulho é infernal e não tem hora. Ameniza na madrugada, claro. Ainda assim somos acordados por motos e carros em alta velocidade e com escapamento perturbando o sossego. Durante o dia, então, tem momentos em que é difícil trocar meia dúzia de palavras dentro de casa. E não é só isso. Corremos riscos tentando caminhar pelas calçadas ocupadas por carros ou caminhões descarregando produtos para o comércio da região. São infrações de todos o tipos praticadas sem e menor repressão. Mas quem é que se importa? Afinal, apesar de a Padre Roma ser um dos caminhos para entrar no miolo da cidade,, dá muito mais "audiência" programar blitz na Beira Mar. Não é tão difícil fazer o que deve ser feito em defesa do cidadão: basta, por exemplo a Guarda Municipal "conveniar" com o o proprietário (s) do imenso terreno disponível à direita no sentido da Av Rio Branco - preparado para a construção de um condomínio, segundo me informei - e colocar ali veículos e o policiamento necessário para o controle dos infratores. Garanto que o espaço ficará cheio de barulhentos e dos que fazem da rua uma pista de corrida. Por último, é bom o setor responsável da PMF executar uma vistoria nos semáforos do cruzamento da Ten. Silveira com a Padre Roma. Não faltam lâmpadas queimadas e postes tortos ou arrancados por acidentes frequentes.



quinta-feira, 24 de junho de 2021

A CAMINHO

 


Lançamento dia 17 de julho, no Multi Shopping do Rio Tavares, Café Cultura. É o presente que estou me dando e pretendo compartilhar com os amigos. Aguardem, com capa espetacular do Edgar Vasques

quarta-feira, 23 de junho de 2021

A TRAGÉDIA BATE À PORTA

(O Lance) "Torcedores perseguindo jogadores do Palmeiras nas noites paulistanas, drone sobrevoando São Januário com ameaça de morte com partida do Vasco rolando pela Série B, morteiros atirados em direção a atletas no CT da Ponte Preta. Todos os grotescos episódios acima aconteceram no último fim de semana, mas ainda não foram totalmente dissecados. Entre notas de repúdio, investigações e desabafos dos boleiros nas redes sociais, o sentimento seria de perplexidade se este tipo de violência não fosse normatizado e até mesmo negligenciado pela diretorias dos próprios clubes em algumas situações. Parece só questão de tempo até que um caso mais grave, que represente um risco ainda maior aos jogadores, se concretize.

Em tempos de pandemia e intolerância acentuada, os ânimos não poderiam ser piores, e o futebol no Brasil rolando em meio ao caos só acentua a percepção de descontrole de lado a lado. Amanhã serão outros clubes na mira, assim que uma nova derrota. Mas os movimentos são sempre os mesmos e ninguém parece, de fato, preocupado em tirar a pressão desta panela prestes a estourar. A tragédia bate à porta e ninguém está vigiando a entrada".

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domingo, 20 de junho de 2021

NOVOS COMENDADORES DO ESPORTE CATARINENSE



Em solenidade realizada sábado (19), no Teatro Municipal de Pomerode, o Conselho Estadual do Esporte homenageou os agraciados com a Comenda do Mérito Esportivo 2020. Como pessoa física receberam a Comenda Ademar José da Silva (incentivo ao esporte de lazer), João Camargo Neto (técnico de basquete), Maria Cristina Ferreira Santos (árbitra internacional de natação), Sônia Kleine (graduada em educação física, ex-atleta de natação e handebol). In memoriam a homenagem coube ao atleta e técnico de basquete, Paulo Montibello. A Federação Aquática de SC fo
i a entidade esportiva homenageada e a Anjo Química como patrocinadora/incentivadora.

O advogado e desportista Lucianoi Hostins, atual diretor jurídico do Comitê Olímpico Brasileiro, recebeu a Medalha Marcílio César Ramos Krieger 2020, homenagem do TJDSC. O título de Comendador do Esporte Catarinense premia brasileiros ou estrangeiros que tenham prestados relevantes serviços ao esporte catarinense e nacional. (foto homenageados com Conselheiros e TJD - Marta Rocha/jornal Testo-Pomerode)