O episódio que envolveu o Ministro do Esporte, Orlando Silva, pareceu sempre uma conversa de surdos ou de maluquetes. Cada lado dizia uma coisa completamente fora de conexão com o que realmente estava acontecendo. O ápice,pra mim, foi a particiação do Ministro em uma comisão do Senado, onde tentou tratar da Lei Geral da Copa de 2o14.
Um cidadão que tem zelo pelo seu cargo e respeito por si próprio não ouviria o que ouviu Orlando Silva de alguns senadores. Ele ficou impassível diante de ofensas pesadas, desaforos e acusações. Depois da tapióca, esse foi o incidente mais ridículo na carreira ministerial do Orlando. No Senado aconteceu a conclusão do retrato falado de uma autoridade ocupante de um dos mais altos cargos da República, cujo mau desempenho e uso indevido do dinheiro público ficaram evidentes.
Como já li hoje, os governos de Lula e Dilma não procuram parceiros, mas sim cúmplices. Precisou a ministra do STF, Carmem Lúcia, botar ordem na casa para provocar uma atitude coerente dos ocupantes do palácio do Planalto. O pé na bunda já deveria ter acontecido faz tempo.
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