O presidente da Federação Catarinense de Futebol, como político e tribuno que foi, armazenou experiência suficiente para evitar dizer tantas bobagens em algumas entrevistas. É impressionante sua facilidade para misturar fanfarronice com palavreado chulo e nada condizente com o status de dirigente de uma instituição tão importante e de tanta visibilidade. No final de semana deu entrevista à rádio Guarujá, de Florianópolis, quando lembrou ditados populares e repetiu gabolices. O ápice aconteceu ao falar sobre o quanto tinha fé em que uma das sedes da Copa de 2014 virá para Florianópolis: “Acredito muito nisso, mas não quero fazer como aquela história da galinha, coisa que não posso falar aqui na emissora”. Então diga outra coisa, presidente. Até porque não é bom mesmo contar com o ovo no da galinha. Na seqüência desfiou uma lista visionária de promessas, lorotas ouvidas todo o dia da boca de um bando de inconseqüentes formado por gente de grosso calibre. A lista inclui a ampliação do aeroporto Hercílio Luz, o complemento da via expressa sul, metrô de superfície, transporte marítimo, mais estradas, melhoria da rede hoteleira, um estádio maior. Faltou o teleférico, mote da campanha de um candidato à prefeitura da Capital. E por ai vamos. Ou não vamos.
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