segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Quero porte para armas de guerra

Vou de carona no post dominical do César Valente no seu blog deolhonacapital. Aqui em Jurerê, onde somos vizinhos, tem um semáforo no final da Rodovia Maurício Sirotsky Sobrinho, cruzamento com a avenida Búzios. É o ponto ideal para observação e audição destes exibicionistas do som. Não sei como a Polícia Militar, sempre tão zelosa na tarefa de aplicar multas ou aporrinhar o cidadão em dia com suas obrigações tributárias, não dá um jeito nesse povo que circula pela cidade exibindo seu altíssimo grau de estupidez. Cadê a PM, cadê a guarda municipal? Onde está o respeito à lei?

Os infratores são de fácil identificação. Começa pelo modelo dos carros e termina no som insuportável em altíssimo volume. Alguns ouvem “aquilo” contaminando a região numa distância considerável. Essa zoeira poderia ser utilizada como arma de guerra, combate a traficantes, coisas do gênero. As vítimas não agüentam. Sem contar o perigo que representa dirigir com aquela poluição sonora por dentro e por fora. Sim, porque alguns idiotas trafegam com os vidros fechados.

Há uma fixação com axé, sambão, música eletrônica e todas essas porcarias modernas e insuportáveis. Quando há coincidência na espera da troca de sinal destes carros de som dirigidos por imbecís, com aquelas motos cujo ruído aumenta a cada acelerada, aí vira instrumento de tortura. Quem como eu mora próximo a um cruzamento, onde a poluição sonora tem diversos estágios enlouquecedores, deveria possuir porte de arma, de preferência para aquelas bazucas que estraçalham o alvo, sem chance para o inimigo nada oculto.


É preconceito? Então estou inscrito. Quero ser o primeiro da lista.

2 comentários:

werner disse...

Além do som ensurdecedor, deve-se ainda levar em conta o desrespeito à sinalização de trânsito, já que andar na contra-mão na Av. dos Búzios parece a coisa mais natural do mundo. O respeito à comunidade em ambos os casos não existe e o policiamento enstá aonde???????

Mário Medaglia disse...

O policiamento está onde sempre esteve, caro Werner. Em lugar nenhum