sábado, 12 de novembro de 2011

Para se morrer de inveja


O local onde está instalada a Comissão Organizadora dos Jogos Abertos no Centro de Eventos de Criciúma é muito bom, com amplo estacionamento, de acesso fácil, em prédio amplo e arejado. É um privilégio para uma cidade contar com este equipamento e poder sempre disponibilizá-lo para eventos importantes.

Não adianta só ter um bom lugar, é preciso agregar soluções criativas para torná-lo mais prático para todos. Em Brusque, no cinqüentenário dos Jogos Abertos, o pavilhão da Fenarreco recebeu a mesma demanda, mas não funcionou tão bem como está acontecendo em Criciúma onde, nos três períodos do dia, circulam jornalistas, atletas, dirigentes, técnicos, toda a equipe da Fesporte e visitantes.

A diferença está exatamente no aproveitamento do espaço. Na atual Arena dos Jogos Abertos existe uma área extensa com painéis interativos contando a história do esporte neste que é o maior evento do gênero de Santa Catarina e que por isso mesmo exige atenção especial de todos os setores para a sua execução.

Além do espaço destinado ao centro de imprensa, lanchonete, restaurante e estandes promocionais de várias instituições, foi criado um pequeno anfiteatro para palestras e entrevistas, inaugurado neste sábado pela ginasta Daiane dos Santos. O som é que pode ser melhorado, o que talvez aconteça no restante da programação que inclui Tande e Hortência, além de especialistas em outras áreas do desporto. Há espaço ainda para as disputas do judoô e karatê graças à mobilidade dos tatamis e arquibancadas.

Ao lado deste complexo está o ginásio municipal totalmente recuperado, com capacidade para quatro mil espectadores. Perderá, depois dos Jogos Abertos, cerca de 200 lugares com a colocação das cadeiras, projeto da Prefeitura ligado às condições de segurança e que só não foi concluído por causa dos Jogos. Uma verdadeira arena esportiva de dar inveja aos cada vez mais carentes desportistas de Florianópolis e região.

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