Corintiano preso em Oruro voltou ao Brasil em tempo de se envolver na briga de torcidas nas arquibancadas do Mané Garrincha no jogo entre Vasco e Corinthians sábado. Parabéns a todos aqueles que trabalharam para a libertação dos criminosos que, de uma forma ou de outra, contribuem para tumultos e assassinatos nos jogos de futebol. Fica sempre o dito pelo não dito e os bandidos travestidos de torcedores à solta. Aquele menor que aceitou ser o laranja no episódio que provocou a morte de uma criança também é tão bandido quanto, mas no Brasil é protegido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Aliás, até hoje não temos respostas para perguntinhas básicas: o que fazem da vida esses baderneiros assassinos que podem passar uma semana fora do país para assistir jogos internacionais e são recebidos na volta como heróis? Quem os financia?
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