O Brasil (7º no ranking) joga hoje às 16 horas, na Suíça, contra a Bósnia (19ª ) desafiando novamente o bom senso e tudo o que se pensa sobre um futebol bem organizado que cause prejuízos mínimos a quem sustenta esta gigantesca máquina de fazer dinheiro.
Seu gestor principal, maior beneficiário e presidente da CBF, Ricardo Teixeira, está em lugar incerto e não sabido. Em Miami? No Brasil? Pode ser preso se voltar ao país, dizem as más e boas línguas. Aqui os clubes estão em plena disputa dos campeonatos regionais, alguns dividindo atenções com a Libertadores. Seus principais jogadores estão à serviço da seleção. É data FIFA, certo, mas a CBF tem conhecimento há séculos do calendário internacional e mesmo assim, seus dirigentes e das federações estaduais não dão a mínima e marcam jogos e compromissos sacrificando clubes e atletas.
Lá fora Mano Menezes faz a sua parte, levando Ronaldinho para ser coadjuvante de um meio de campo que tem Sandro, Fernandinho e Hernanes com Ganso no banco junto com convocações exóticas como a do atacante Hulk. Uma vitória hoje empurra tudo isso pra baixo do tapete graças ao oba oba e paparicação pós jogo, exercício praticado por boa parte da mídia esportiva brasileira, atualmente em menor número, felizmente, mas ainda assim bastante nociva.
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