quinta-feira, 8 de março de 2012

Os craques, a ousadia, o bêbado e o equilibrista



Leonel Messi 5 x 3 Neymar. Foi o placar da quarta-feira com Copa dos Campeões na Europa e clubes brasileiros na Libertadores. O massacre do Barcelona nos alemães do Bayern não tem um só responsável, apesar dos cinco gols do Messi. O time é muito bom, homogêneo, com esquema tático que todo mundo sabe, mas ninguém dá conta.

Já entre os brazucas, quem tem Neymar e um bom treinador dorme tranquilo. Mesmo assim o Inter e Dorival Júnior não precisavam exagerar estendendo o tapete vermelho – que ironia – para o craque santista desfilar, alegrando os gremistas que na mesma hora batiam num bêbado no Piauí aliviando a aflição do Luxemburgo. Começa a se esgotar a paciência dos colorados com Dorival, que vai se equilibrando nas suas explicações tortas e não consegue fazer o bom time do Inter jogar.

O Fluminense, do destemido Abel Braga, que escalou dois volantes, dois meias e dois atacantes, acabou com a invencibilidade de 36 jogos dos argentinos na Bombonera. Incluindo o pequenino Welington Nem, direto do Scarpelli para o caldeirão do Boca Juniors, cujo time não assusta mais, mesmo com o velho Riquelmi em campo e sua imutável cara feia. O Corinthians fez o dever de casa contra o fracote Nacional paraguaio, enchendo Tite de argumentos e alimentando suas incompreensíveis entrevistas.

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