segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Um mistério, uma revelação, uma dúvida


Ronaldo sai de cena deixando um grande mistério na sua carreira, até hoje não esclarecido nem por ele nem por aqueles que estiveram na Copa de 1998 na França. E nenhum jornalista quis fazer essa pergunta para o Ronaldo na sua entrevista de despedida. Afinal, o que aconteceu na concentração brasileira antes do jogo decisivo contra os franceses? Que tipo de mal estar o afastou da grande final?

Fora do roteiro na fala da aposentadoria nesta segunda-feira só a revelação de que descobriu no Milan sofrer de hipotireoidismo, doença que desacelera o metabolismo e o faz engordar. Ronaldo teve que conviver com excesso de peso porque não podia tomar hormônios ou outros medicamentos adequados, todos com substâncias proibidas pelo controlo antidoping da Fifa. Dependendo apenas de exercícios físicos para emagrecer o suficiente para que pudesse entrar em campo, Ronaldo não agüentou as dores do esforço. O corpo não obedecia mais aos comandos do cérebro.

Atualizando: "Ou o Ronaldo está enganado ou foi mal orientado. Não há qualquer proibição de fazer o tratamento. Bastaria ter enviado um relatório aos órgãos competentes, com o comprovante dos exames, e seria liberado para usar os hormônios, sem qualquer risco de antidoping". Do médico gaúcho, João Zanini, especialista em controle antidoping

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