terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Morreu um dirigente

O São Paulo perdeu um dos seus maiores presidentes com a morte sábado de Marcelo Portugal Gouveia. Nessa hora lembro também de outro ex-presidente, no caso do Avaí, o médico Luiz Carlos Espíndola que ficava muito irritado quando era chamado de cartola. Odiava a palavra pelos conceitos pejorativos nela embutidos. Passados todos esses anos dou razão ao Espíndola, felizmente ainda muito vivo. O São Paulo perdeu um dirigente, não um cartola.

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